Como transformar a dor em arte

A Casa Frida, na periferia de Brasília, acolhe mulheres vítimas de violência e promove a cultura como forma de espalhar amor pela cidade

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Tarsila e o disfarce da favela

Tarsila do Amaral pintou ferrovia surgindo, cidade subindo, modernidade explodindo. Coloriu a pobreza, como em “Morro da Favela”, uma das obras expostas na exposição em cartaz no Masp, em São Paulo

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Doação?! Não, obrigação.

A doação emergencial de R$ 100 mil às famílias das vítimas de Brumadinho, feita pela Vale, não pode ser chamada de “doação”. Não é um ato de generosidade. É uma reparação inicial, pelos danos físicos e morais, sofridos pelos familiares daqueles que foram soterrados pela lama da empresa

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Imagens de uma catástrofe anunciada

“São 31 anos de profissão. Em todo esse período, nunca fotografei tanta destruição. São imagens que retratam não apenas a tragédia ambiental, mas também, a humana. A catástrofe que atingiu Brumadinho deixou um rastro de destruição por todos os lugares”, revela o fotógrafo Ricardo Stuckert

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Brumadinho chora — e se ajuda

Jornalista do Greenpeace retrata o clima de dor, revolta e esperança em Brumadinho. São os testemunhos de pessoas que perderam familiares, casa e emprego, por conta de mais esse crime da Vale e o descaso do poder público

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Samarco oferece indenização para prefeituras que desistirem do processo movido na Inglaterra

Poucos dias depois de moradores, indígenas, empresas e governos municipais entrarem na justiça britânica contra a BHP Billiton – uma de suas controladoras -, empresa adota estratégia para tentar enfraquecer ou anular ação no exterior

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Brasileiro ganha prêmio da Academia Mundial de Ciências

Thiago Mattar Cunha, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, é o vencedor do TWAS-LACREP Young Scientists Prize 2018. Com formação em farmacologia, o foco de estudo do cientista é a dor crônica

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Um grande vazio. Um sem ar, um sem mar… 

O peito permanece fechado, mas me recuso a me amedrontar. Luto por uma respiração menos inerte, não tão travada. Menos perdida. Que coisa maldita. Maldita convicção do absurdo, maldita desigualdade, maldita maldade

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Como apagar tanto dedo de violência?

Dedo que germina como erva daninha do abuso. Dedo que puxa o gatilho do revólver no assassinato. A instalação De(do)núncia, da artista Roberta Beatriz Aquino, fala do último grau dessa violência espalhada por todos os cantos: o feminicídio

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Violência no Espírito Santo é a mesma que adoece o Brasil

O episódio na capital capixaba revela não só a falta de diálogo entre polícia e governo, com graves consequências para a população, como também a sociedade brasileira em agonia

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