Das belezas do sertão: Barriguda, o Baobá brasileiro

Ela exibe sua majestade no Brasil e em nenhum outro lugar do mundo. Rara, resiste às secas mais inclementes, dando grandes lições de#resiliência, mas pode sucumbir às mudanças climáticas, com a Caatinga

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A lição de quem conserva o que resta de verde no Mato Grosso

O estado que ostentou as árvores retorcidas do Cerrado, a exuberância da Amazônia e a explosão de vida do Pantanal, hoje exibe trechos de 70 a 80 kms sem uma árvore sequer. Tudo engolido pela soja ou pelo algodão. E Seu Lídio, pajé nambikwara, nos lembra: “Soja tem semente. Algodão tem semente, milho tem semente. Água não tem semente. Quando ela acabar não será possível plantar mais. Vai acabar para branco, para negro, para indígena também”

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Farinha e prosa com Dona Arlete, às margens do Rio Negro: “Me sinto tão feliz! Queria viver muito mais do que já vivi”

Dona Maria Arlete Garrido Costa vive uma vida que nem cabe em livro. Ela nasceu em uma aldeia Baré, na região de Santa Izabel, no Amazonas. A vida e as águas do Rio Negro a levaram a cruzar o estado todo, a colecionar memórias e histórias da floresta

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Fernanda Abra e a luta contra os atropelamentos da fauna silvestre

Para encontrar saídas para as espécies que sofrem com a falta de habitat, a bióloga especialista em ‘ecologia das estradas’ cruza o Brasil e o mundo. É autora de um estudo inédito que visa criar ações que evitem atropelamentos, até mesmo em terras indígenas, como a Waimiri Atroari, em Roraima

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Marcelino Apurinã, o plantador de florestas

Num canto do Brasil onde desmatar virou palavra de ordem, ‘seu Marcelino’ conjuga diariamente o verbo semear. Disposto a ser semente de novas florestas ele planta tucumã, castanheira, andiroba no meio da mata na Terra Indígena Caititu, no município de Lábrea, sul do Amazonas

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Castanheira-do-Brasil: rainha soberana da Amazônia

Não é à toa que os povos da floresta, em sua ancestral sabedoria, escancaram seu respeito a elas. As castanheiras são rainhas da Amazônia. Empoderadas desde a semente, surgem majestosas às margens de grandes rios, como o Amazonas, o Negro, o Orinoco e o Araguaia, mas estão ameaçadas de extinção

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Colhereiro: uma ave capaz de mudar as cores dos céus pantaneiros

Quem já viu uma revoada dessa espécie colorindo de rosa o Pantanal não esquece jamais. Se o colhereiro está rosa quer dizer que encontra comida farta e fácil, que a natureza se conserva, interligando todos os seres. Conservar as nascentes e os rios do bioma é o caminho para salvar esse pedaço precioso do Brasil e garantir a sobrevivência de tuiuiús, jacarés, antas, onças, vagalumes e que colhereiros continuarão pintando o céu de cor-de-rosa

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Máscara, flecha e a pesca dos indígenas nas águas claras da Amazônia

Equipados com a vontade de pescar, os indígenas entram nas águas sem vara, isca ou molinete. Levam máscara de mergulho no rosto e lança nas mãos. A técnica única e singular tem jeito de caça. Exige fôlego, destreza e um equipamento nascido da necessidade, como o cacique Geraldo Terena adora contar…

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Raposinha-do-campo: a rara moradora do Cerrado

Ela é ágil, esperta e ecologicamente correta: aproveita as tocas abandonadas por tatus para proteger seus filhotes. Das cinco espécies de canídeos que ocorrem no Brasil é a única 100% brasileira: existe apenas aqui e em nenhum outro lugar do planeta!

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Caatinga: rica de gente, de natureza e de poesia

Nem Amazônia, nem Cerrado! Singular mesmo é a Caatinga: único bioma exclusivamente brasileiro. Exemplo de resiliência, aguenta longos períodos de seca para brotar farta e colorida ao menor sinal da chuva. Porém, arde em fogo este ano, mais do que os biomas vizinhos

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