Ado, o meu amigo tatu

A primeira vez que Ado deu as caras foi há mais de um ano. Inicialmente meio tímido, aparecia no quintal vez ou outra, mas depois de um tempo já se sentia muito à vontade, inclusive arriscando-se quase diariamente a visitar nossa cozinha pra ver se encontrava algum petisco interessante

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Eduardo, o meu amigo udu

Esse udu-de-coroa-azul tem aparecido no meu quintal diariamente e está me ensinando muito sobre fotografia e a admiração pela natureza em tempos de isolamento social

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Sorte de passarinheiro

Desde o início da quarentena, faço expedições pelo quintal de casa – geralmente com meu filho Benjamim -, registrando a beleza local. Neste post, conto como foi mais esta experiência, observando aves

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Expedição fotográfica no quintal

Desde o 3o. dia de quarentena, publico uma espécie de diário fotográfico no Facebook pra contar sobre pequenas expedições que tenho experimentado com meu filho, Benjamin, no quintal de casa, e nossas descobertas. Este foi o primeiro post que publiquei

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Fotografando baleais-jubarte… e no Espírito Santo!

Nunca imaginei ver uma baleia na natureza. Meu pensamento era: “Até parece que no Espírito Santo, estado no qual eu moro, tinha baleia!” Felizmente, para a minha sorte, eu estava muito enganado

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A curta vida da câmera do pântano

Tudo estava indo bem com nossa câmera remota instalada no pântano, até que uma cegonha começou a chegar mais perto, mais perto, e de repente tudo ficou preto!

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Pescaria indígena: mergulhos em rios cristalinos e fartos, até quando serão possíveis?

Há décadas, os indígenas Nambiqwara, Manoki e Pareci mergulham para pescar com equipamentos feitos por eles próprios. Pescam o suficiente para não impactar os rios, mas a construção de hidrelétricas ameaça essa tradição que pode se tornar Patrimônio Imaterial da Humanidade, mas também ficar restrita apenas às histórias contadas à beira da fogueira

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Tocando o vazio

Num dia de julho, o fotógrafo Augusto Gomes entendeu o verdadeiro significado da palavra sublime. Foi nos Andes peruanos. A densa cortina de neve, traduzida pelo silêncio e pelo nada, o marcou profundamente, como uma cicatriz

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O encontro com o cervo-do-pantanal

Um dos meus sonhos sempre foi fazer boas imagens do cervo-do-pantanal, imponente como ele é. Mas quando o encontrei no Pantanal, ainda não tinha câmera digital, e no meu rolo de filme sobravam apenas dez fotos…

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Tire a foto antes que derreta

Esta foto revela uma das paisagens mais áridas e inóspitas que já vi, em toda a minha vida, e também apresenta evidências muito claras da destruição a que estamos submetendo o planeta e nos levando rumo à extinção

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