Japão, Coreia, Noruega e Rússia estão entre os países que vetaram a proposta, liderada pelo Brasil, ao lado da Argentina, Uruguai, África do Sul e Gabão, para a criação do que seria uma gigantesca área de proteção às baleias no Atlântico Sul.
O objetivo era que ter um santuário onde ficasse terminantemente proibida – de uma vez por todas – a caça de baleias. A reserva de preservação seria local de estudo para pesquisadores e biólogos e também, de estímulo ao turismo (sustentável) de observação. No local ficariam protegidas 51 espécies de baleias e golfinhos.
Infelizmente, a proposta foi barrada pelos países pró-caça, durante votação realizada durante o congresso da Comissão Internacional da Baleia (IWC, na sigla em inglês), que acontece até amanhã, em Florianópolis, Santa Catarina.
Edson Duarte, ministro do Meio Ambiente, disse que o país não irá desistir. “Continuaremos a trabalhar em outros encontros da comissão este ano para assegurar que o santuário seja finalmente aprovado. Ele é importantíssimo para a preservação de baleias do mundo todo, especialmente, no Atlântico Sul”.
O projeto não era novo. Foi apresentado pela primeira vez em 1998, mas sofreu resistência, já naquela época, dos governos do Japão e Noruega, membros do comitê internacional (88 países compõem a comissão). Mas, a iniciativa de criação do santuário foi alterada, incluindo um plano de manejo, com base nas recomendações do Comitê Científico da IWC, e o Brasil esperava pela aprovação, que precisaria de 75% dos votos.
Trinta e nove países membros da entidade disseram sim, mas 25 foram contra.
Segundo especialistas, o santuário seria importante não somente para proibir a caça, mas também evitar que animais marinhos ficassem presos em redes de pesca e se chocassem contra embarcações.
A alegação do Japão foi que não havia necessidade de um área de proteção pois a caça não é permitida na região. O país asiático pede o fim da moratória de caça comercial à baleia, como noticiamos ontem aqui. Desde 1986 a atividade esttá proibida pela IWC. Agora os japoneses querem reverter a decisão, defendendo a “caça sustentável”. Brasil, Estados Unidos, Austrália e Europa são contra.
*Com informações do jornal The Guardian
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Foto: domínio público/pixabay
o conhecimento dos fatos é tudo, temos que nos unir em proteção e preservação!!! Urgente!!!
O Planeta Terra já seria um Céu se estes países com sede de matança tivessem fome de SALVAR todas as espécies em extinção ou não. Por enquanto somos o inferno colorido com o sangue destes inocentes, desgraçadamente nascidos para serem as vítimas ingênuas da fúria insana de algozes traiçoeiros, terráqueos do Mal que nenhuma falta fariam, se não existissem, no contexto atual da Humanidade, que prioriza a preservação dos animais e da Natureza, ao invés de sua destruição. Países com sede de matança provam explicitamente que não conseguiram evoluir, ao longo dos séculos, apesar dos exemplos dos povos acordados e superiores que se estarrecem diante de reivindicações bizarras como esta, da continuação da barbárie, da covardia, da truculência e da ignorância que esta carnificina sinaliza, como sendo a mórbida regressão à selvageria dos primeiros terrícolas, contrariamente aos incipientes progressos que a Terra tem ensaiado, convocando o mundo para ser melhor, mais justo e ecologicamente correto. Todas as conquistas tecnológicas, econômicas e sociais destes países “adiantados” caem fragorosamente por terra, diante do atraso estarrecedor que é o desrespeito à vida de outras as espécies, seres sensitivos, como nós, que quando manifestamos dor e sofrimento não gostamos de senti-los. Nada justifica estes crimes contra o Universo, nenhuma atenuante em favor destes assassinos, a não ser que estivessem em legítima defesa da própria vida, matando para não serem mortos. Não é o caso. Baleias e golfinhos são animais pacíficos com o direito de viver com seus iguais, livres e VIVOS em seu Habitat, tanto quanto amamos estar em nossa Casa com nossos amados filhos e pais. Impossível invocar a proteção de algum Deus para estes países que barbarizam com a Criação Dele, tripudiando sobre Sua Vontade e contra a Sua Lei quando, um dia, lhes consentiu viver, exatamente como a cada um de nós permitiu nascer. Não os perdoai não, SENHOR, porque sabem muito bem o que fazem. Não os perdoai, não