Assassinos do líder indígena Paulo Paulino Guajajara, do Maranhão, serão julgados por júri popular: um marco histórico!

Ele fazia parte de um grupo de 120 indígenas, autodenominado Guardiões da Floresta, que protegia a TI Arariboia, onde também vivem os isolados Awá. Foi morto por madeireiros numa emboscada em novembro de 2019, e o resultado deste julgamento pode abrir precedentes para outros casos, incluindo o de Bruno Pereira e Dom Phillips. Um marco histórico que precisa de pressão popular para que aconteça. Chega de impunidade!

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