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Sete dias com os índios Yawalapiti no Xingu, em julho. Vamos?


Dizem que uma das sensações mais incríveis para quem vai ao Xingu é tomar banho nas águas claras do rio Tuatuari (como fazem as meninas da foto abaixo). E isso logo cedinho. Pescar com os homens e fazer beiju com as mulheres também. Na verdade, dizem que vivenciar o cotidiano de uma aldeia no Alto Xingu é uma experiência inesquecível.

E é exatamente isso que eu (e você?) vou fazer de 20 a 28 de julho, quando participarei da expedição fotográfica promovida por Renato Soares. Aliás, quem diz tudo isso é ele, que viaja para lá há mais de 15 anos. O documentarista conhece boa parte das aldeias e dos povos do Alto Xingu, e confessa: “é quando vou pra lá que me sinto realmente em casa”.


Por conta de sua paixão pelos índios, ele criou o projeto Ameríndios do Brasil (que também dá nome a este blog), com o qual pretende retratar todas as etnias indígenas brasileiras e desenvolver uma série de atividades. Recentemente, Tiradentes (MG) e São Paulo receberam exposições de suas fotografias.

Agora ele quer levar um grupo de pessoas – aficcionadas por fotografia (não necessariamente profissionais) e interessadas na cultura indígena para visitar e conviver com o povo Yawalapiti durante sete dias e seis noites. Vamos?


A viagem a caminho da aldeia terá início em 20/7, com partida de Goiânia para Canarana no Mato Grosso (com micro-ônibus e ‘voadeiras’). Chegaremos ao destino no dia seguinte, quando seremos recepcionados pelos integrantes da etnia em uma grande oca.

Da programação fazem parte diversas celebrações, como o ritual Tawarawanã (ou Festa do Peixe) – que consagra o alimento e seus personagens míticos e inclui danças e cantos marcados pelo tambor feito de bambu e pelo maracá – e o ritual Taquara, ou a Festa das Flautas (foto que abre este post). Em qualquer um deles, a pintura corporal (tatuagem) é imprescindível já que são como roupas. “Cada uma tem um significado definido pela cor e pelo desenho, que diz muito sobre a pessoa e a festa. Aqui, quem quiser poderá ser tatuado também”, explica Renato.


Teremos um delicioso passeio de barco pelos rios Tuatuari e Kuluene, com direito a paradas nas prainhas e mergulhos. No caminho, veremos o rio Xingu, que se alimenta da confluência de três rios: Ferro, Batovi e Kuluene. Este último é o mais importante e caudaloso, tem 600 km de extensão e recolhe as águas do lado noroeste da Serra do Roncador.

E ainda vamos participar de uma trilha de cerca de seis quilômetros – prepare-se! – para visitar a casa de Orlando Villas Bôas (1914/2002), no Posto Leonardo. Nesse local estão outras aldeias do Alto Xingu, além da escola e de um posto de saúde.

O retorno da viagem à Goiânia será no dia 28. Depois, cada um seguirá seu destino.

Informações com Renato Soares pelo e-mail renato@imagensdobrasil.art.br .

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Mihai Cauli
Mihai Cauli
6 anos atrás

Estou interessado. Diga mais sobre esse projeto.

ariana
ariana
6 anos atrás
Reply to  Mônica Nunes

O mesmo não responde.

Alexandra Ramos
6 anos atrás

Eu participarei dessa grande e tão desejada aventura. Adoro fotografia e o contato com diferentes etnias, então acredito que será uma boa oportunidade de vivenciar as duas coisas. E poder entrar nesse universo com alguém como o Renato, que tive o prazer de conhecer em Tiradentes, e tem livre acesso a essa tribo, será perfeito, pois os índios já se sentem à vontade com ele e consequentemente se sentirão também conosco. Feliz por participar.

Carlos Van Der Ley Lima
Carlos Van Der Ley Lima
6 anos atrás

CONTEM COM OS ENCANTADOS!!! MUITA LUZ PARA VOCÊS!!!!

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