Novos emojis contemplam maior diversidade de gêneros e raças

Novos emojis contemplam maior diversidade de gêneros e raças

Se você é daqueles que adora os emojis e os usa o tempo todo, já deve ter sentido falta de muitos, principalmente, aqueles que contemplam uma maior diversidade de gêneros e raças, não? Pois a a Unicode Consortium, corporação que gerencia padrões de linguagem em softwares, acaba de anunciar novidades. São 117 novos símbolos, entre objetos, animais e pessoas em diferentes atividades (confira todos no vídeo ao final do texto).

Entre os novos emojis estão uma mulher, vestindo um smoking, um traje tipicamente masculino, um homem com um véu de noiva e homens dando mamadeira para um bebê – em todos eles pode-se optar por diferentes tons de cor de pele. Há ainda uma pessoa com gênero neutro, nem homem, nem mulher.

A coleção da Emojipedia conta agora também com a bandeira e o símbolo de transgênero.

Novos emojis contemplam maior diversidade de gêneros e raças

Assim como em outros lançamentos, novos animais foram incluídos. Dessa vez compõem a lista um urso polar, um castor, uma foca, um gato preto, um dodo, uma mosca, um mamute, um bisão, uma barata e um besouro.

Novos emojis contemplam maior diversidade de gêneros e raças
Novos emojis contemplam maior diversidade de gêneros e raças

Criados na década de 90 pelos japoneses, foi somente quando a Apple os incorporou ao teclado do iPhone, em 2011, que os emojis* viraram uma febre.

*Em japonês, o plural de emoji é emoji. Mas em português nos acostumamos a colocar o “s” no final, então decidimos escrever emojis.

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Imagens: reprodução Emojipedia

Suzana Camargo

Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante 6 anos. Entre 2007 e 2011, morou na Suíça, de onde colaborou para publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Depois de dois anos e meio em Londres, vive agora em Washington D.C.

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