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Casa de uma comunidade do Rio será a primeira a ter telhas fotovoltaicas do Brasil. E ela pode ser a sua!

Casa de uma comunidade do Rio será a primeira a ter telhas fotovoltaicas do Brasil. E ela pode ser a sua!

Cada vez mais aumenta o investimento em energia solar no Brasil. Em 2022, o setor bateu um recorde ao atingir a marca de 1 milhão de consumidores com geração própria. Agora, um morador da cidade do Rio de Janeiro pode ser o mais novo brasileiro a produzir eletricidade em sua própria casa, ou melhor, telhado. A Eternit Solar, em parceria com o projeto carioca Revolusolar, está selecionando moradores das comunidades Chapéu Mangueira, Babilônia ou Ladeira Ari Barroso para fornecer e instalar telhas fotovoltaicas de fibrocimento em uma residência. 

A casa escolhida será a primeira localizada em uma favela do Brasil a contar com a tecnologia inovadora.

“É uma tecnologia revolucionária que beneficiará uma camada maior da população por seu custo mais acessível”, garante Luís Augusto Barbosa, presidente da Eternit.

Os interessados em concorrer deverão se cadastrar neste link até a sexta-feira, dia 26 de maio. A casa selecionada entrará para a Cooperativa Percilia e Lucio, primeira cooperativa de energia solar em favelas, cuja operação teve início em 2021.

Seguem, abaixo, os critérios e requisitos para receber as telhas:

– Ser Morador de Chapéu Mangueira, Babilônia ou Ladeira Ari Barroso;
– Possuir telhado ou lage entre 28 e 32m2 e com bastante insolação;
– Ter infraestrutura avaliada como segura pela equipe técnica da Eternit;
– Ter medidor de luz bifásico;- Se reconhecer como produtor e consumidor da energia elétrica produzida pela telha solar de sua própria casa.

Em 2020, o Revolusolar ficou entre os cinco finalistas do prêmio Jovens Campeões da Terra na América Latina e Caribe, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Criado em 2015, o projeto foi idealizado junto com lideranças da favela da Babilônia, na zona sul do Rio, para levar energia solar a essa comunidade, que assim como tantas outras da cidade e do Brasil inteiro, sempre teve acesso mínimo a serviços básicos de infraestrutura, como por exemplo, energia elétrica.

Com um potencial gigantesco para produzir energia solar – o que não falta no Rio é sol e calor -, a iniciativa instala painéis fotovoltaicos na comunidade. Além do Morro da Babilônia, a favela Chapéu da Mangueira também aderiu à iniciativa algum tempo depois.

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Foto: divulgação Eternit

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Cláudio C. Maretti
Cláudio C. Maretti
1 ano atrás

Mas eu já tenho em casa, reformada há um ano, com telhas fotovoltaicas, da Tégula, da Eternit. Só não são dessas compridas….

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