Colhereiro: uma ave capaz de mudar as cores dos céus pantaneiros

Quem já viu uma revoada dessa espécie colorindo de rosa o Pantanal não esquece jamais. Se o colhereiro está rosa quer dizer que encontra comida farta e fácil, que a natureza se conserva, interligando todos os seres. Conservar as nascentes e os rios do bioma é o caminho para salvar esse pedaço precioso do Brasil e garantir a sobrevivência de tuiuiús, jacarés, antas, onças, vagalumes e que colhereiros continuarão pintando o céu de cor-de-rosa

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Máscara, flecha e a pesca dos indígenas nas águas claras da Amazônia

Equipados com a vontade de pescar, os indígenas entram nas águas sem vara, isca ou molinete. Levam máscara de mergulho no rosto e lança nas mãos. A técnica única e singular tem jeito de caça. Exige fôlego, destreza e um equipamento nascido da necessidade, como o cacique Geraldo Terena adora contar…

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Raposinha-do-campo: a rara moradora do Cerrado

Ela é ágil, esperta e ecologicamente correta: aproveita as tocas abandonadas por tatus para proteger seus filhotes. Das cinco espécies de canídeos que ocorrem no Brasil é a única 100% brasileira: existe apenas aqui e em nenhum outro lugar do planeta!

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Caatinga: rica de gente, de natureza e de poesia

Nem Amazônia, nem Cerrado! Singular mesmo é a Caatinga: único bioma exclusivamente brasileiro. Exemplo de resiliência, aguenta longos períodos de seca para brotar farta e colorida ao menor sinal da chuva. Porém, arde em fogo este ano, mais do que os biomas vizinhos

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Ipês floridos para Liana John

Da flor de maracujá, no quintal de casa, às sequoias gigantescas na Califórnia; do menor cogumelo da Amazônia à maior montanha da Austrália, do ouriço no muro à anta na mata, ela amava tudo e reconhecia a grandeza de tudo. Desejava um mundo mais verde e mais justo pra todos

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As andanças de Juca Chico e o ‘causo’ da zagaia na Serra da Canastra

Para gente como ele, a cada ano florescem os campos, voam os gaviões, a água corre gelada cachoeira abaixo e o sol tinge de dourado o entardecer dos campos da sua querida serra

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Dona Francisca e o tempero da vida na floresta amazônica

Cada pé de cupuaçu que derruba seus frutos carnosos no quintal é um pequeno milagre para dona Francisca Vieira dos Santos. O quintal dela é a floresta Amazônica. Queria trilhar os caminhos das letras. Terminou o ensino fundamental aos 71 e, agora, pensa em ingressar no ensino médio porque gostou muito de ser aluna. Na cartilha da floresta ela já é professora há muito tempo

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Flávia Ribeiro e seu amor pelos patos-mergulhões

A espécie está criticamente ameaçada, em risco alto de extinção na natureza: hoje, existem apenas 250 indivíduos no planeta! Se ainda podemos ver e admirar o pato mergulhão é graças a cientistas como Flávia, uma defensora da vida

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As águas do Juruena: um ato de resistência da Amazônia

Nas últimas quatro décadas a paisagem começou a mudar: matas e cerrados foram convertidos em monoculturas, floresta cortada, biodiversidade sumida. Mas ele resiste, seus povos resistem, porque cada gota d´água, cada florescer é um ato de resistência da Amazônia que continua a pulsar vida

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