Self da inexistência

A peça “Autômatos – Self da INexistência”, da Companhia Laica fala sobre a satisfação viciante que pede pequenas doses constantes de curtidas, compartilhamentos. Mais um clique. Mais um momento intermediado pela tela. Menos um momento ao sabor do vento na janela

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Em cheio. Na cheia.

Os socos de Ushio Shinohara se transformam num mar de tinta. É o estático que nocauteia e balança, imprime emoção e dor em forma de cor e forma. É o soco que se deforma. E seduz o sentimento. Violência vira paz

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