Um grande vazio. Um sem ar, um sem mar… 

O peito permanece fechado, mas me recuso a me amedrontar. Luto por uma respiração menos inerte, não tão travada. Menos perdida. Que coisa maldita. Maldita convicção do absurdo, maldita desigualdade, maldita maldade

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Como apagar tanto dedo de violência?

Dedo que germina como erva daninha do abuso. Dedo que puxa o gatilho do revólver no assassinato. A instalação De(do)núncia, da artista Roberta Beatriz Aquino, fala do último grau dessa violência espalhada por todos os cantos: o feminicídio

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Violência no Espírito Santo é a mesma que adoece o Brasil

O episódio na capital capixaba revela não só a falta de diálogo entre polícia e governo, com graves consequências para a população, como também a sociedade brasileira em agonia

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