Meu baobá super-herói

Depois que vi o baobá de mestre Dicinho, na exposição Histórias Afro-Atlânticas no MASP, fui dormir procurando sabedoria ancestral. E achei. Os ramos do baobá se abriram num abraço, dizendo, calma, toda essa ladainha de desenvolvimento industrial e crescimento financeiro há de ser desmascarada. Preconceito, racismo e desigualdade hão de secar e encontrar a míngua

Ler mais