Um drible na desigualdade social

Pelé: um drible na desigualdade social

Quando fez seu milésimo gol em 1969, no meio de uma multidão de jornalistas, Pelé disse: “Vamos proteger as criancinhas necessitadas”, e dedicou aquele gol a elas.

Quase 50 anos depois, Pelé continua comprometido com a educação dos pequenos. Está lançando agora um programa educacional que tem na sigla o apelido P.E.L.E – Programa Esportivo Lúdico Escolar, que em linhas gerais quer trazer a inclusão social, promover o rendimento escolar e universalizar a prática esportiva no Brasil. Colocado de maneira mais ambiciosa, pretende revolucionar o ensino da educação física no Brasil.

“É um programa para a vida” diz o Rei, que está percorrendo o país para apresentar o programa a governadores, prefeitos e secretários de esportes.

Em 19 de novembro de 1969, Pelé dedicou seu milésimo gol para as crianças do Brasil

Por onde passa, Pelé atrai multidões atrás de fotos e autógrafos. São centenas de assinaturas em papéis, figurinhas e camisetas. E quando se encontra com jornalistas, as perguntas se repetem: “ O Santos vai ser campeão?”, “Maradona é melhor do que Pelé ?”, “O Brasil conquista a próxima Copa?”

As respostas vem com autoridade de um tricampeão mundial que guarda ainda títulos como O melhor jogador de todos os tempos e Patrimônio Esportivo da Humanidade. O Brasil de Cor traz esta semana as impressões do Rei, e até, uma cantadinha do Edson no fim da entrevista.

Fotos: reprodução Facebook

Jornalista há 30 anos, é formado em Comunicação Social na Universidade Federal do Paraná. Em 1986, começou a carreira em televisão, primeiro como repórter e mais tarde, editor e apresentador. Trabalhou nas Redes Globo e Record. Em 2015, montou sua própria empresa, a Sobrequasetudo Comunicação e Arte, especializada em media training. Em 2017, criou o Brasil de Cor, um canal para dar oportunidade e visibilidade a negros brasileiros

Herivelto Oliveira

Jornalista há 30 anos, é formado em Comunicação Social na Universidade Federal do Paraná. Em 1986, começou a carreira em televisão, primeiro como repórter e mais tarde, editor e apresentador. Trabalhou nas Redes Globo e Record. Em 2015, montou sua própria empresa, a Sobrequasetudo Comunicação e Arte, especializada em media training. Em 2017, criou o Brasil de Cor, um canal para dar oportunidade e visibilidade a negros brasileiros

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