Outubro Rosa: mês de alerta sobre o câncer de mama

Cristo Redentor iluminado de rosa

A partir de hoje (01/10) e durante todo o mês de outubro, vários monumentos no mundo inteiro estarão iluminados com a cor rosa para conscientizar a sociedade e principalmente, as mulheres, sobre a importância dos exames de prevenção para combater o câncer de mama.

Além do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro (nesta linda imagem que abre este post), a capital Brasília também mudou para rosa a iluminação do Palácio do Planalto, Ponte JK, Palácio do Itamaraty e Memorial JK, entre outros monumentos. Em São Paulo, a Ponte Estaiada e o Masp também ficarão rosa, assim como outras atrações turísticas de diversas cidades brasileiras.

O movimento Outubro Rosa surgiu nos Estados Unidos, em 1990, quando foi realizada a primeira Race for the Cure, corrida em que participam milhares de ativistas e sobreviventes da doença, em Nova York. Este ano foi promovida a 25ª edição do evento.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), referência no Brasil no tratamento da doença, não existe uma causa única para o câncer de mama. Além de fatores como idade e herança genética, outros componentes como estilo de vida podem desencadear o aparecimento do problema.

Os especialistas acreditam que 30% dos casos poderiam ser evitados se as mulheres adotassem hábitos saudáveis em suas rotinas, como a prática de exercícios regularmente, ingestão de alimentação balanceada e evitassem o consumo de bebidas alcóolicas. A amamentação é outro fator, apontado pelos médicos, como benéfico para a prevenção ao câncer de mama.

Ainda de acordo com o Inca, mulheres a partir dos 50 anos são mais propensas a desenvolver a doença. Entretanto, o câncer de mama pode atingir mulheres de qualquer idade, inclusive as jovens. Estima-se que só no Brasil, serão registrados 57 mil novos casos em 2015.

O mais importante a enfatizar é que o câncer de mama tem cura, principalmente se diagnosticado precocemente. Para isso, é fundamental que a mulher aprenda a fazer o autoexame para detectar a presença de cistos ou nódulos. E após os 40 anos, a mamografia deve ser feita anualmente.

Agora em outubro, acontecerão várias atividades em todo o país para engajar mais pessoas na luta contra o câncer de mama. A Sociedade Brasileira de Mastologia promoverá encontros, palestras, exposições e realização de atendimento gratuito em diversas capitais (confira programação no site da entidade).

E se você quer ajudar as mulheres que estão em tratamento, há muitas opções. A Fundação Laço Rosa, do Rio de Janeiro, tem o Banco de Perucas, que promove a doação de cabelos. Se você quer pedir uma para alguém ou doar seu cabelo, é só descobrir onde ficam os postos de coleta na página da instituição. Além disso, vários hospitais recebem doações de lenços, para aquelas mulheres que querem levantar o astral com um visual mais moderno. Procure já o hospital mais perto da sua casa e se informe sobre os bancos de lenços.

Quem estiver em São Paulo, pode participar também da Pedalada Rosa, no próximo domingo, 04/10, em plena Avenida Paulista. O passeio vai começar às 8h30, na esquina com a Avenida Consolação. A pedalada é organizada pela blogueira Flávia Flores, do “Quimioterapia e Beleza”.

Principais sintomas do câncer de mama

– inchaço em parte do seio;
– irritação da pele ou aparecimento de irregularidades;
– dor do mamilo ou inversão do mamilo (para dentro);
– vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama;
– saída de secreção (que não leite) do mamilo;
– caroço nas axilas.

Fonte: Mulher Consciente

Foto: divulgação Fundação Laço de Rosa

Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante seis anos. Entre 2007 e 2011, morou em Zurique, na Suíça, de onde colaborou para diversas publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Info, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Atualmente vive em Londres.

Suzana Camargo

Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante seis anos. Entre 2007 e 2011, morou em Zurique, na Suíça, de onde colaborou para diversas publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Info, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Atualmente vive em Londres.

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