Meghan e Harry dirigem carro elétrico ao final do casamento que celebrou a diversidade e o feminismo

Meghan e Harry dirigem carro elétrico ao final do casamento que celebrou a diversidade e o feminismo

Meghan Markle era tudo o que a monarquia precisava. Ela balançou o status quo e conseguiu romper com algumas tradições centenárias da realeza britânica. Quem imaginaria que algum dia seria possível assistir a um casamento de um príncipe com uma americana, divorciada, feminista e afrodescendente?

Pois no sábado, milhões de pessoas ao redor do mundo viram pela televisão, ao vivo, príncipe Harry dizer sim à Meghan, que por causa do estado de saúde do pai, caminhou sozinha em sua entrada na nave da igreja, só tendo a companhia do futuro sogro, príncipe Charles, ao final do trajeto.

Na cerimônia, a celebração reuniu a beleza da música dos cantores negros gospels e do sermão empolgante do reverendo (também negro) da Igreja Episcopal americana. Com piercing no nariz e dreadlocks no cabelo, a discreta mãe de Meghan, estava elegantíssima. Sem esconder a emoção, a professora de yoga mostrou todo o poder das mulheres.

Na hora de dizer seus votos, assim como Diana, Meghan não afirmou que “obedeceria” ao futuro marido, como era tradição em casamentos reais do passado.

Depois do passeio de carruagem pelas ruas de Windsor, acenando para as milhares de pessoas que se aglomeraram para ver os recém-casados mais famosos do ano, Harry e a agora, esposa, trocaram de roupa para seguir para uma festa à qual a imprensa não teve acesso.

Para chegar até lá, fizeram mais uma escolha aplaudida pelos súditos: um carro elétrico. O Jaguar E-Type Concept Zero, um modelo originalmente de 1968, teve seu motor transformado em elétrico.

Harry e o irmão, William, seguiram o exemplo da mãe e são engajados em diversos trabalhos sociais. Os dois criaram uma campanha de alerta sobre os problemas enfrentados por pessoas com distúrbios mentais. Harry também foi responsável pela organização do Invictus Games, uma competição internacional esportiva com militares feridos ou mutilados de guerra. Depois de servir nas Forças Armadas, o príncipe ficou bastante comovido com a situação dos combatentes e criou a fundação que realiza estes eventos.

Um viva aos príncipes, à modernidade e à diversidade, que finalmente, chegam à monarquia britânica!

Foto: reprodução vídeo Twitter Kensigton Palace

Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante seis anos. Entre 2007 e 2011, morou na Suíça, de onde colaborou para várias publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Depois de dois anos e meio em Londres, acaba de mudar para os Estados Unidos

Suzana Camargo

Jornalista, já passou por rádio, TV, revista e internet. Foi editora de jornalismo da Rede Globo, em Curitiba, onde trabalhou durante seis anos. Entre 2007 e 2011, morou na Suíça, de onde colaborou para várias publicações brasileiras, entre elas, Exame, Claudia, Elle, Superinteressante e Planeta Sustentável. Desde 2008 , escreve sobre temas como mudanças climáticas, energias renováveis e meio ambiente. Depois de dois anos e meio em Londres, acaba de mudar para os Estados Unidos

Deixe uma resposta