Filó Machado, um músico universal

Filó Machado

Filó Machado é neto e filho de músicos. Cultuado no Brasil, gravou e compôs com nomes como Djavan, Dory Caymmi, Gal Costa, Os Cariocas, Simone, Jorge Vercilo, Hermeto Paschoal e César Camargo Mariano.

Fora daqui, acompanhou, entre outros, Michel Legrand e John Patitucci, e recebeu indicação para o Grammy.

Filó começou na música ainda criança, com 10 anos, tocando em bailes. Aos 14, saiu de Ribeirão Preto para encarar a profissão.

Multi-instrumentista, cantor, compositor, arranjador… A união de tudo isso, com um talento inquestionável, o levou a tocar nos Estados Unidos. No Carnegie Hall, em Nova Iorque, se apresentou com Gal Costa. Ganhou o mundo. Tocou na França, no Canadá, Venezuela, Japão, China e continua viajando.

Filó Machado

Em Londres, a jornalista Kátia Fernandes bateu um papo com o artista, em mais uma viagem internacional. E ele contou muitas histórias divertidas, como da época em que jogou futebol profissional. Outras nem tanto, como a frustração de ter perdido uma oportunidade de trabalhar com Zé Trindade e do dia, em que foi proibido de tocar numa festa porque o contratante era racista.

Hoje com mais de 50 anos de música, Filó Machado é uma pessoa universal, super conectada à tecnologia e vê com simpatia o surgimento dos arquivos digitais.

Foto: Dani Gurgel/arquivo pessoal

Herivelto Oliveira

Jornalista há 30 anos, é formado em Comunicação Social na Universidade Federal do Paraná. Em 1986, começou a carreira em televisão, primeiro como repórter e mais tarde, editor e apresentador. Trabalhou nas Redes Globo e Record. Em 2015, montou sua própria empresa, a Sobrequasetudo Comunicação e Arte, especializada em media training. Em 2017, criou o Brasil de Cor, um canal para dar oportunidade e visibilidade a negros brasileiros

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