Buá. Buá. Procura-se um peito forte

Quando se construirão arranjos sociais menos capitalistas em que as jornadas de trabalho sejam menores e que pai e mãe possam se alternar na educação, sem precisar mandar o filho para creche mal andando e falando…

Ler mais

Liberdade é a morte?

Onde está a liberdade em consumir e agir de acordo com as regras impostas pelo mercado? Entre questionamentos profundos e a poesia, uma reflexão para pensarmos no que estamos fazendo com o mundo

Ler mais

O tijolo nosso de cada dia

O nome da exposição é “Fluindo Naturalmente”. A apresentação diz que a mostra descreve a harmoniosa relação entre homem e natureza. É para rir ou para chorar?

Ler mais

Enegreça-se

Contos de Machado de Assis, exposicão de máscaras africanas e a música e a poesia de Brinsan Ferreira N’tchala. Este post é um convite para refletir. É a proposta de mergulho no grito para tentar assolar a desigualdade e preconceito

Ler mais

As mil e uma utilidades do abacaxi

Abacaxi é o já ganhou, é o melhor. Não tem casca, coroa à toa, faca menos boa que o desbanque. Ele já passou pelas telas de Matisse, Renoir, Cícero Dias…

Ler mais

Crescendo nessa Babel ou tentando…

No seu cotidiano, o fotógrafo Paulo Mathias registra a delicada e metafórica demonstração da força da natureza. No meio da cidade, plantas que tentam a simbiose com o metal, o tijolo, o concreto

Ler mais

Tarsila e o disfarce da favela

Tarsila do Amaral pintou ferrovia surgindo, cidade subindo, modernidade explodindo. Coloriu a pobreza, como em “Morro da Favela”, uma das obras expostas na exposição em cartaz no Masp, em São Paulo

Ler mais

A fome pelos 25 centavos

De 25 em 25 vamos sendo engolidos pelo casamento da ganância com a dura falta de consciência social. De 25 em 25 o arroz, o feijão e o pão vão faltando no prato

Ler mais

Respeito sagrado

A imperdível exposição de bancos do Museu de Arte Indígena, em Curitiba, mostra o que os índios fazem para reverenciar suas cobras, onças, aves, mares lilases

Ler mais

Raízes nas (des)cobertas

Não era argila, nem era massinha. Era cobertor plantado no chão. Era um artista na modelagem de cobertor. Mesmo nesse calor. Ajeitava, ajeitava, ajeitava até que ficasse no formato dele mesmo, desse(a) morador(a) de rua, dessa pessoa que faz vínculo com qualquer espaço

Ler mais