A Bernúncia do esquecimento

A cultura popular do fandango será a grande homenageada no Encontro de Tradições, em Antonina, no litoral do Paraná, entre 20 e 22 de abril, Corre lá para respirar o ar da pracinha. Vai lá renovar os laços com a tradição

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Maré enrolada

Quem tem coragem de puxar o fio e desmanchar tudo? E começar de novo? E construir outra coisa?: a artista paulista Karen Dolorez, que usa o crochê como instrumento para criar grandes painéis pelos muros das cidades

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Uma proliferação qualquer

Manga, abacate, laranja, gergelim, óvulo e espermatozoides, assim esquizoides, divididos na correria tentando chegar. Como na vida. Como na arte. Como na obra da chilena Andrea Silva-Guzmán

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Olhos do além

O catarinense Buy Chaves consolidou sua carreira de artista no Amazonas e tornou-se conhecido por suas pinturas inspiradas pelo povo e ambiente amazônicos. Um ambiente sempre em risco, por diversas razões, como o cultivo de espécies invasoras, como a tilápia

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Procuram-se borboletas de matéria viva

Queria ver as asas batendo soltas, contra um céu qualquer, a sabor de um vento ao léu. Queria vida, queria respiração. Prefiriria vê-las, quem dera, no concreto de cimento da cidade sem árvores e sem flores

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A nudez que evapora nos banhos japoneses

Quando a nudez simplesmente existe sem denominações e apreensões, de forma natural e livre, sem culpas e desculpas, evaporam-se medos e segredos. Assim mostra a obra de Isolda Labote, que capturou a tradição dos banhos públicos japoneses

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Guernica na tela, no palco, na rua. Em todo lugar!

Os dançarinos de Guernica nos chamam para um espetáculo de dança. Mas o que fazem em uma hora de apresentação é ir congelando desespero, paralisando desalento, passo a passo, gesto por gesto

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A vergonhosa passagem

A passagem de ônibus de Curitiba é a mais cara do país: R$ 4,25. Indignada, a jornalista Karen Monteiro solta o verbo contra a administração pública da cidade, e busca na obra do argentino Pablo Suarez a tradução do resultado de tanta exploração

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Uma vez sem rosto

Com suas gravuras digitais sem face, a curitibana Ivana Lima nos propõe que possamos, além de enxergar a nós mesmos, descobrir a infância sem identidade e dar às crianças a possibilidade de serem mais do que números

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Tenho que saber perder?

Que brincadeira é essa? Preciso das regras. Alguém aí sabe perder? Ainda mais nesse mundo competitivo, imagético, publicitário e marketoso. Ô osso! Que chatice lidar com e-books, páginas de captura, empreendorismo digital e tal

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