Fedores musicados

O Coletivo Gelatin, de Viena protagonizou o fechamento da Fundação Liechtenstein, com esta exposição gigante. Não é perfeito para resumir o fechamento de uma instituição de arte?

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Viagem no clarone e no canto da sereia

Sorte dos curitibanos que vão ter no próximo final de semana não só uma exposição do Giramundo, mas também espetáculo do grupo e apresentação do show “Clarone no Choro”, de Sérgio Albach

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Self da inexistência

A peça “Autômatos – Self da INexistência”, da Companhia Laica fala sobre a satisfação viciante que pede pequenas doses constantes de curtidas, compartilhamentos. Mais um clique. Mais um momento intermediado pela tela. Menos um momento ao sabor do vento na janela

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Árvore do esquecimento

O trabalho do mineiro Tiago Gualberto, no Museu Afro Brasil, em SP, causa mal-estar a quem tem um mínimo de consciência social. Ele fala de preconceito, desigualdade, discriminação…

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Espectros ancestrais vão puxar o pé

Exposição internacional revela as condições em que vivem os indígenas da segunda maior etnia brasileira, os Guarani e Kaiowá. Ao lado das fotos, frases de políticos, entre elas, “Vamos parar com a essa discussão sobre terra. A terra enche barriga de alguém?”

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Olhos para liberdade

A performance “Fascismo”, que o grupo Desvio Coletivo fez no Festival de Curitiba 2018, fala da cegueira perigosa e triste do brasileiro. Fala do ódio que derrama sangue e dor neste país em que desigualdade e fome não são motivos suficientes para unir as pessoas

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Para vigiar a fake arte

A peça “Céus”, com direção de Aderbal Freire-Filho, é um calar constante. Não um calar de opressão ou repressão. Um calar para reflexão

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Um grande vazio. Um sem ar, um sem mar… 

O peito permanece fechado, mas me recuso a me amedrontar. Luto por uma respiração menos inerte, não tão travada. Menos perdida. Que coisa maldita. Maldita convicção do absurdo, maldita desigualdade, maldita maldade

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As artistas das cavernas

No Dia Internacional da Mulher, esta é uma homenagem às mulheres que fazem arte. E fazem desde as cavernas. Sim! Ao que tudo indica, não foram eles que pintaram tudo sozinhos

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Como apagar tanto dedo de violência?

Dedo que germina como erva daninha do abuso. Dedo que puxa o gatilho do revólver no assassinato. A instalação De(do)núncia, da artista Roberta Beatriz Aquino, fala do último grau dessa violência espalhada por todos os cantos: o feminicídio

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