O pato-mergulhão e eu

Foram quatro dias, cerca de 40 horas parado na mesma posição, para observar não mais do que 3 minutos do comportamento de uma das aves mais raras e ameaçadas do mundo. Mas valeu! É o que sempre digo: fotografar é ser amigo do tempo

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Índios Jamamadi: o ser humano em sua totalidade

No convívio com eles, o que vi, senti e me transformou foi muito mais intenso do que, simplesmente, conhecer uma outra cultura: eu vi o ser humano por inteiro. Cuidar da família, do próximo, repartir a comida, ajudar um ‘parente’… estas são as funções ‘vitais’ de um povo indígena

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Fotografar e conservar a natureza

Não uso câmera trap e acredito que só consegui fotografar e filmar flagrantes tão especiais porque sempre estive em busca de algo maior: compreender a natureza e fazer de tudo para ajudar a conservar este mundo

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Misteriosas raposas

Adriano Gambarini esperou 12 horas para fazer o registro de dois filhotes de raposas do mato, durante missão de observação do comportamento dessa espécie. É o que conta em seu novo post

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Um novo mundo em Marajó

Depois de uma rica travessia, ao chegar à Ilha Mexiana, o fotógrafo Adriano Gambarini concluiu: “o Brasil é um mundo a ser explorado. E deve ser minuciosamente cuidado, antes que acabe”

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Seu Benedito

Muito antes de Serra Pelada, famoso era o garimpo Juruena. Lá, o fotógrafo Adriano Gambarini conheceu um homem muito especial, perdido de si mesmo, esquecido pelo mundo

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O poder das legendas

Se existe a premissa de que a fotografia eterniza um momento, que cada um possa ser nobre o suficiente para eternizar uma verdade. Pode até haver um certo “polimento” na história que se conta, mas não distorção

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No rastro da onça

Desde sua primeira fotografia, durante a captura de uma onça pintada, nos cantões do Parque Nacional das Emas, em 1999, o fotógrafo Adriano Gambarini tomou gosto particular por este bicho, que vai além da fotografia

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Morte e vida pantaneira

No Mato Grosso do Sul, o fotógrafo Adriano Gambarini viu menos bichos e os poucos que viu fugiam ou eram vencidos pela fúria dos carros nas estradas que, cada vez mais, avançam em seu habitat

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A maior caverna de granito do Hemisfério Sul

A exploração da Gruta do Riacho Subterrâneo é desgastante e complicada. Penetrar em claustrofóbicos espaços, comum. Ter que tirar o capacete para transpor trechos entre blocos ou pulá-los entre profundas fendas, um fato. Ali, os extremos coexistem. Assim como suas belezas.

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